Gnome é líder no Desktop Linux!
Gnome é líder no Desktop Linux!
Não sou eu que estou falando. Foi noticia no Br-Linux [1] e o gráfico abaixo, retirado do Desktoplinux [2] não me deixa mentir. Entre estes números, a minha comemoração não é somente baseada no Desktop Environments, hoje o responsável pela “cara’ do Linux (e que evoluiu muito da antiga idéia de um simples “desenhista de janelas” para um suite completa para facilitar o acesso a uma interface gráfica para o Linux), e sim, baseada em um paradigma que esta crescendo: rompemos as semelhanças necessárias com a cara do Windows para grande adoção do Linux.
Ok, eu estou sendo um pouco idealista ou exagerado, afinal de contas, os Pcs populares são semelhantes ao modo “Windows de ver e trabalhar” e muitos órgãos públicos e Analistas defendem uma curva de aprendizado simplificada, não vou citar os técnicos de suporte que desejam menos telefonemas e os chefes em geral querendo produção.
Existe porem um fator que produz pontos positivos que devem ser verificados com atenção, o Gnome e sua forma de apresentação esta crescendo no usuário interessado em adquirir nova tecnologia e que não esta sendo obrigado a usar, como acontece em empresas. Ele esta satisfeito por sua própria conta, a ponto de gerar procura por notebooks, como os da Dell, a ponto de produzir uma margem significativa de vendas em um período de crescimento do pinguim em Desktops.
Um vez eu li que a Red Hat procurava oferecer um produto com características próprias, e não somente baseado em conceitos padronizados já existentes. Não posso dizer que esta frase é para o gnome somente, mas com certeza reflete que o Linux tem identidade própria, muito além da copia.
Falando de funcionalidade, os últimos releases do Gnome estão cada vez mais afiados com a funcionalidade e sua filosofia de mais por menos. Quando falamos em desktop para um grande número de pessoas, falamos justamente em que estabilidade, simplicidade e funcionalidade. A combinação destes elementos com a filosofia do Ubuntu é prato cheio, nunca antes foi tão fácil adicionar usuários, controlar backups, instalar atualizações e drives de placa de vídeos e gerenciar temas e fontes.
Não estou querendo que o KDE seja esquecido e não nego que o KDE 4 será um show de visual. Ele tem o seu papel no universo linux e ajudou e conquistou muitos usuários que batem o pé quando o temor é a “Migração Linux”.
Faço porem um convite ao Gnome, a uma nova, porem fácil e produtiva, experiência com o Linux. Abra as possibilidades, quando elas são possibilidades de evolução.
Obs:
- Votamos não ao OOXML. Concordo com a IBM: “A impressão que fica é que foi um padrão feito às pressas, sem refinamento”, comenta César Taurion e bem sabemos que padrão é que aquele que possibilite compatibilidade e concorrência por ser aberto, tal como o TCP/IP, muito mais do que uma imposição de idéias compradas de fornecedores comprados.
- Falando de IBM, estive no Linux Park de BH e só tenho elogios a palestra de César Taurion e a Linux Media, ficou claro que o OpenSource é vantagem para o mercado de TI.
- A Revista Forbes já percebeu que estamos caminhando para o novo paradigma do Linux sem medo e FUD.
Links
[1] – www.br-linux.org
[2] - DesktopLinux

Agosto 24th, 2007 at 8:05 am
Texto muito bom, cara.
Posso dar o meu exemplo. Uma das coisas que fez eu me interessar pelo Linux foi exatamente aprender e apreender um novo layout, uma nova disposição de desktop. E o Gnome é uma das partes mais gostosas de aprender a usar Linux e software livre.
Março 19th, 2008 at 6:02 am
[...] Fontes: Linux Desktop; e Nação Livre. [...]