Enfim mudamos de servidor, peço desculpas a todos que nos acompanham.
Agora vamos voltar com tudo!
Enfim mudamos de servidor, peço desculpas a todos que nos acompanham.
Agora vamos voltar com tudo!
Este post é especialmente para o amigo Michael que pediu “o caminho das pedras” pra aprender python.
Python é muito tranquilo, divertido e viciante, não tem segredo nenhum na coisa, mas acho que o caminho que percorri até ter um domínio razoável na linguagem é básico:
Acho que isso já deixa um iniciante bem à vontade, pois a documentação é bem tranquila.
Bons estudos!
Quem não se recorda do sucesso “O Exterminador do futuro” ??
Bem…
Vernor Steffen Vinge inventou originalmente o termo “Singularity” (em comparação à um fato no buraco negro onde as lei da física não fazem sentido), que diz respeito ao nosso mundo, onde cai abaixo qualquer tentativa de modelar um futuro que contivesse entidades não mais espertas do que o ser humano(ou seja, possivelmente poderá se criar algo mais inteligente do que nós). De certa forma, de acordo com futuristas, a TI está chegando ao ponto onde máquinas serão mais inteligentes que seres humanos.
Se tal fato acontecer, haverá uma alteração do que é inconcebível em termos humanos, disseram os especialistas, que fizeram um encontro, chamado “The Singularity Summit 2007: AI and the Future of Humanity”. Lá foram comentados sobre computadores autoprogramáveis e implantes cerebrais que permitiriam a humanos pensar tão rápido quanto os microprocessadores atuais.
Pesquisadores de Inteligência Artificial alertaram que agora é a hora de desenvolver guias éticos para garantir que tais avanços ajudem, ao invés de fazer mal. “O nosso mundo não será mais o mesmo”, disse Rodney Brooks, professor de robótica no MIT. Quanto aos computadores, “quem somos nós e quem são eles será uma questão completamente diferente”, completa.
Eliezer Yudkowsky, co-fundador do Instituto de Singularidade de Inteligência Artificial, em Palo Alto, e organizador do evento, pesquisa o desenvolvimento da chamada ‘Inteligência Artificial Amigável’. Seu grande medo é que inventores brilhantes criem uma inteligência artificial que se desenvolva sozinha (A inteligência humana é a fundação da tecnologia humana, logo toda a tecnologia é finalmente produto da inteligência. Se a tecnologia puder girar ao redor e realçar a inteligência, esta fecha o laço, criando um efeito positivo. Com base nisto, algumas mentes mais espertas serão mais eficazes em construir outras mentes mais espertas). Mais claramente no exemplo de uma inteligência artificial que melhora seu próprio código fonte, mas que não tenha moral e se torne má.
Ray Kurzweil, empresário do ramo, escreveu em seu livro “A Singularidade Está Próxima” que a máquina se tornará mais inteligente que o homem em 2029. Com avanços na Biotecnologia e TI, dizem alguns especialistas que não existe razão científica para que também o cérebro humano não consiga aumentar sua velocidade em um milhão de vezes.
Alguns críticos fazem graça dos singularistas por causa de sua obsessão com AI, tecno-algumacoisa, etc. Outros dizem ser irresponsabilidade ignorar estas possibilidades.
“…Sem horas e sem dores!
Respeitável público pagão!
A partir de sempre,
todo sujeito é livre para conjugar o verbo que quiser,
todo verbo é livre para ser direto ou indireto,
nenhum predicado será prejudicado,
nem tampouco a frase,
nem a crase nem a vírgula e ponto final!
Afinal, a má gramática da vida nos põe entre pausas,
entre vírgulas!
E estar entre vírgulas é aposto,
e eu aposto o oposto que vou cativar a todos,
sendo apenas um sujeito simples,
o sujeito e sua oração, sua preça, sua prece…
Que enxerguemos o fato de termos acessórios para a nossa oração,
Assim, separados ou adjuntos,
nominais ou não,
façamos parte do contexto,
sejamos todos capas de edição especial!
Mas sejamos também a contra-capa,
porque ser a capa e ser a contra-capa é a beleza da contradição,
é negar a si mesmo,
e negar a si mesmo,
é muitas vezes,
encontrar-se com Deus,
com o teu Deus…
Sem horas e sem dores, que a partir de agora um possa se encontrar no outro, e o outro, eu um… ”
Fernando Anitelli
Ontem o Teatro Mágico veio em BH, foi simplesmente incrível!
Essa trupe é uma das poucas raízes músicais que fundamentam uma cultura que mescla música, teatro, dança e arte circense, são demais!
Outra coisa legal no show foi “esbarrar” com quem eu nunca esperaria lá!
Gnome é líder no Desktop Linux!
Não sou eu que estou falando. Foi noticia no Br-Linux [1] e o gráfico abaixo, retirado do Desktoplinux [2] não me deixa mentir. Entre estes números, a minha comemoração não é somente baseada no Desktop Environments, hoje o responsável pela “cara’ do Linux (e que evoluiu muito da antiga idéia de um simples “desenhista de janelas” para um suite completa para facilitar o acesso a uma interface gráfica para o Linux), e sim, baseada em um paradigma que esta crescendo: rompemos as semelhanças necessárias com a cara do Windows para grande adoção do Linux.
Ok, eu estou sendo um pouco idealista ou exagerado, afinal de contas, os Pcs populares são semelhantes ao modo “Windows de ver e trabalhar” e muitos órgãos públicos e Analistas defendem uma curva de aprendizado simplificada, não vou citar os técnicos de suporte que desejam menos telefonemas e os chefes em geral querendo produção.
Existe porem um fator que produz pontos positivos que devem ser verificados com atenção, o Gnome e sua forma de apresentação esta crescendo no usuário interessado em adquirir nova tecnologia e que não esta sendo obrigado a usar, como acontece em empresas. Ele esta satisfeito por sua própria conta, a ponto de gerar procura por notebooks, como os da Dell, a ponto de produzir uma margem significativa de vendas em um período de crescimento do pinguim em Desktops.
Um vez eu li que a Red Hat procurava oferecer um produto com características próprias, e não somente baseado em conceitos padronizados já existentes. Não posso dizer que esta frase é para o gnome somente, mas com certeza reflete que o Linux tem identidade própria, muito além da copia.
Falando de funcionalidade, os últimos releases do Gnome estão cada vez mais afiados com a funcionalidade e sua filosofia de mais por menos. Quando falamos em desktop para um grande número de pessoas, falamos justamente em que estabilidade, simplicidade e funcionalidade. A combinação destes elementos com a filosofia do Ubuntu é prato cheio, nunca antes foi tão fácil adicionar usuários, controlar backups, instalar atualizações e drives de placa de vídeos e gerenciar temas e fontes.
Não estou querendo que o KDE seja esquecido e não nego que o KDE 4 será um show de visual. Ele tem o seu papel no universo linux e ajudou e conquistou muitos usuários que batem o pé quando o temor é a “Migração Linux”.
Faço porem um convite ao Gnome, a uma nova, porem fácil e produtiva, experiência com o Linux. Abra as possibilidades, quando elas são possibilidades de evolução.
Obs:
– Votamos não ao OOXML. Concordo com a IBM: “A impressão que fica é que foi um padrão feito às pressas, sem refinamento”, comenta César Taurion e bem sabemos que padrão é que aquele que possibilite compatibilidade e concorrência por ser aberto, tal como o TCP/IP, muito mais do que uma imposição de idéias compradas de fornecedores comprados.
- Falando de IBM, estive no Linux Park de BH e só tenho elogios a palestra de César Taurion e a Linux Media, ficou claro que o OpenSource é vantagem para o mercado de TI.
- A Revista Forbes já percebeu que estamos caminhando para o novo paradigma do Linux sem medo e FUD.
Links
[1] – www.br-linux.org
[2] – DesktopLinux
É, a tecnologia não está fácil não !!
Temos visto muitas novidades na Web e, como já não é algo inesperado, os aplicativos Web estão cada vez mais próximos(possíveis) de substituir os de desktop. Já temos jogos, editores de texto, de planilhas, slides, gerenciadores de arquivos, fotos, etc.
Hoje em dia cada um tem sua máquina(um PC com um SO) e de acordo com seus propósitos o usuário instala um conjunto de programas para que possa usar/trabalhar. Com o surgimento dos aplicativos Web, que usam apenas um navegador que pode ser instalado em qualquer SO, as coisas estão mudando e para aqueles usuários puramente de Desktops, isso poderá causar alguns incomodos.
Apesar do caminho não estar muito claro para alguns, já tem muita gente se movimentando na direção do desenvolvimento de softwares que usam apenas os navegadores como plataforma. Pois bem, estava eu lendo alguns bloggers e sites sobre tecnologia, e li algo interessante, fui dar uma espiada. Olhem só que bacana. É o eyeOS.
Os desenvolvedores reuniram um conjunto de programas comuns nos SO´s, arrumaram um jeito bacana de gerenciá-los e batizaram-no de sistema operacional. A diferença é que tudo funciona no navegador e todos seus arquivos ficam armazenados nos servidores deles.
Existe também a possibilidade de instalar uma versão do software na sua máquina. Nesta opção, o que vai acontecer na verdade é que o pacote que você pegar, vai instalar um servidor Apache e ligar um “site” que irá funcionar no seu micro(muito doido não é ?).
Pra quem gosta de novidades deste tipo, recomendo dar uma boa olhada. No eyeOS tem um navegador Web (eyeNav). Você pode abrir seu navegador preferido, logar no eyeOS, abrir o eyeNav e acessar algum site(Loucura, loucura). Há também uma pasta pública, onde acho que os arquivos nesta pasta são de todos os usuários eyeOS(por algum motivo deixaram ali).
Para os ansiosos, é so clicar aqui fazer uma conta para login e se apreciar daquilo que brevemente estará conosco no nosso dia-dia.
Linux: Equilíbrio de possibilidades
Nos meios acadêmico e profissional sempre houve uma discussão fervorosa sobre software livre e liberdade, negócios e oportunidades, parcerias e qualidade. As conclusões na maioria das vezes são conflitantes e segregam uma comunidade de especialistas que parecem um tanto sombrios ao receberem pelo produto livre.
Quando despertei para as possibilidades de entender o que existe por trás de cada aplicativo, e por consequência visualizar a arquitetura majestosa de um sistema de base, também acreditei que não se tratava unicamente de filosofia ou fanatismo, era um nova proposta de negocio, novos produtos flexíveis a uma infinidade de clientes, muitos ansiosos por tecnologia e excluídos do ambiente pela falta de oportunidades e possibilidades.
Hoje em dia é crime vender linux e software livre? Ou seria crime vender e fechar o código? Onde se encontrar a linha do limiar entre lucro e iniciativa comunitária filantrópica?
Eu acredito que deve-se entender bem do produto e se este for opensource, deve-se entender bem a responsabilidade de comercializa-lo dentro de suas licenças. As empresas devem ser capazes de aliar suas estratégias de negócios a uma linha de produtos que respeite a comunidade e, como bem tem feito a Canonical com o Ubuntu, aproveite suas opiniões e expectativas, retornando a ela incentivos diversos agregando valor ao negócio e a comunidade.
A comunidade precisa ser livre em todos os sentidos que envolvem a produção do software, alinhando possibilidades de estudo, qualidade de documentação a parceria com incentivos externos que não alterem sua filosofia mais a façam alcançar diversos pólos.
Considero e tenho um grande apreço pela Ubuntu enquanto linux e produto comercial. Você pode fazer o download do Ubuntu e usa-lo sem nenhum custo, modifica-lo mediante seu interesse e até mesmo gerar um outro produto. Ele é software livre. Junto a este valor, esta associado um suporte de qualidade, o constante desenvolvimento que possibilita atualizações constante e a evolução.
Tanto a empresa quando a comunidade estão juntas, cada um traz o seu valor. Não existe um cabo de guerra e muito menos surpresas. É um modelo de negocio deficitário ou uma afronta ao bom costume das grandes corporações de software?
É fato que modelos como o Ubuntu são novos e não são capazes ainda de atrair grandes investimentos externos e internos como acontece com Novell e Red Hat, ainda que estas empresas divulguem para a comunidade seus softwares abertos, não existe uma integridade de produto como faz a Canonical. Por outro lado, a série de produtos de nível corporativo fornecido agregados aos seus linux (Red Hat Enterprise e SLED) são muito úteis a empresa onde o pagamento pelo produto é mais uma questão de tecnologia e segurança de funcionamento do que filosofia de contribuição.
Onde vamos chegar?
Eu considero cedo para avaliar, mas se os desenvolvedores de código aberto apostarem na parceria com empresas sérias e transparentes, centrando suas idéias em inúmeras possibilidades e no favorecimento da evolução de usabilidade e interatividade do usuário, tenho certeza de que o produto, aberto, será também evolutivo e, porque não, revolucionário em muitos cenários.
Este meu texto surgiu fruto de a opinião de Linux Torvalds em recente entrevista ao IDG [1] e que reproduzo abaixo:
(..)”Se tivéssemos optado apenas por uma opção mercadológica ou puramente voltada ao consumidor, acabaríamos no final com uma tecnologia que seria um lixo. Da mesma forma, acredito que algo que fosse somente desenvolvido pelo povo da tecnologia acabaria igualmente num lixo tecnológico. É preciso manter esse equilíbrio. Existe um monte de fanáticos por software livre achando que tudo se resume nos desenvolvedores, e que interesses comerciais são “do mal”. Isso é estúpido. Não se trata apenas dos desenvolvedores individuais, mas de todos os diversos interesses sendo trabalhados em conjunto. Os desenvolvedores têm seus próprios interesses e motivações (“tecnologia melhor”) e o povo do marketing e relações públicas tem outros (dinheiro), mas o melhor sistema é aquele que permite a todos estes interesses trabalharem atraindo a tecnologia para o seu lado. O que sobra no fim é equilibrado.” – Linus Torvalds
Links
[1] – Entrevista ao IDG
Google Browser Sync: Um add-on Firefox mão na roda!
Sempre tive um pensamento comigo: Sites bons devem ir para os Favoritos!
Porém, os sistemas operacionais da minha máquina tendem a não permanecer por grande tempo. Com isso, se faz necessário fazer backups dos favoritos constantemente. Afim de resolver esse problema constante, fiz uma pesquisa para tentar achar uma solução. Achei, e voz apresento:
Desenvolvida pelo Google Labs, o Google Browser Sync [1] é um add-on para firefox, criado para “backupear” todas as suas Urls favoritas nos servidores da própria empresa. E o melhor de tudo é que estes dados ficam criptografados através de uma senha criada pelo dono, impedindo a abertura não autorizada.
Como ele sincroniza os dados?
Toda a vez que você fecha o browser o programa envia as modificações feitas para os servidores.
Acha que acabou? Não! Uma outra util função deste add-on é possibilidade de guardar as urls das ultimas abas abertas. Quer uma aplicação útil para isso? Imagine que você está fazendo uma pesquisa sobre algo relevante na internet no horário do serviço, abriu umas 15 abas com os resultados da sua pesquisa, mas o horário de espediente acabou. O que voce faz? Simplesmente basta fechar o browser para os dados serem sincronizados, e quando chegar em casa todas as abas serão restauradas.
Util, não?
Links
[1] – Google Browser Sync
Já faz um tempo que venho estudando django, e até estou com alguns projetos já rodando, mas uma carência que tenho é de consultar a documentação o tempo todo, mas tem momentos onde sinto falta de uma documentação offline.
Foi aí que tive a idéia de usar o htmldoc.
Não ficou muito bom, mas para pequenas consultas quando estiver offline já ajuda!
Desde que comecei a me aventurar com python tinha a seguinte dúvida:
“Como fazer upload com ftplib.FTP exibindo o progresso?”
Hoje resolvi, com mais maturidade na linguagem, tentar resolver tal problema novamente.
A base da solução foi como a dica da lista python-brasil:
herdar a classe FTP, do módulo ftplib e sobrescrever o método storbinary.
O “pulo do gato” é um pequeno detalhe que se aprende com a vida:
Acontece que o método storbinary possui um parametro “blocksize” que determina de quantos em quantos bytes o arquivo será lido dentro de um loop while que só acaba quando quando todo o arquivo for varrido e enviado.
Aí vem o grande lance:
ao invés de fazer o storbinary simplesmente dar um return quando todo o arquivo for enviado, fez-se necessário usar um generator yield, para tornar o storbinary iterável, retornando a cada loop uma tupla contendo 2 itens: a quantidade de bytes já enviada e o total de bytes do arquivo.
Daí basta iterar sobre o storbinary e usar as informações da maneira necessária.
Essa maneira é interessante pois pode-se generalizar o uso da informação de porcentagem enviada.
No meu caso, usei numa GtkProgressbar.